Túmulo é violado e criminosos levam a cabeça de corpo de mulher que perdeu a vida em ataque a tiros

No último mês de março de 2023, no Cemitério Iguaçu Velho, que fica na cidade de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, Região Metropolitana do Rio de Janeiro, vândalos violaram um túmulo contendo os restos mortais de uma mulher que havia sido vítima de assassinato.

O corpo estava enterrado no local há cerca de oito meses. Sabrina Tavares de Almeida, de apenas 31 anos, foi morta a tiros em agosto de 2022, e agora seu túmulo foi alvo desse terrível ato.

Em um ato perturbador, os vândalos substituíram a cabeça da vítima por uma tigela de barro, comumente utilizada em rituais religiosos, acompanhada de garrafas de bebidas e papéis.

Em 17 de março, Adilson Miguel da Silva, o administrador do cemitério, dirigiu-se à delegacia para comunicar que o túmulo de Sabrina foi encontrado violado.

Ao prestar depoimento à polícia, Adilson informou que não avistou nenhum indivíduo desconhecido no cemitério durante a madrugada do dia 16 para o dia 17 de março, o período em que o crime foi presumivelmente cometido.

No relatório elaborado por Fábio Barbosa Teixeira, o perito destacou que o Cemitério Iguaçu Velho, conhecido também como Cemitério dos Escravos, está situado em uma região com vias de terra, cercado por vegetação e terrenos, o cemitério não tem cerca e nem muro.

“Foi constatado que a tampa de concreto estava quebrada por ação contundente, a tampa do caixão de madeira dentro da sepultura foi quebrada e o cadáver teve a cabeça subtraída,” afirmou o perito.

Jorge Luiz Gomes de Almeida, pai de Sabrina com 52 anos de idade, revelou que somente quase um mês após o ato de vandalismo foi informado sobre a terrível ocorrência.

No dia 11 de abril, Jorge compareceu ao cemitério para prestar homenagens à sua filha, limpando e depositando flores em seu túmulo. Nesse momento, um coveiro o abordou e solicitou que se dirigisse até a administração para falar com o responsável.

Foi então que Jorge ficou ciente do ato de profanação que havia ocorrido com o túmulo de sua filha, Sabrina. Essa notícia impactante trouxe grande dor e tristeza para ele e sua família, que agora buscam por respostas e justiça diante desse acontecimento devastador.

“Ela foi assassinada e não teve paz nem no cemitério”, fala o pai de Sabrina. A Polícia Civil, na pessoa do delegado José Mário Salomão de Omena, trabalha com a hipótese que a profanação se deu em virtude de um ritual religioso.

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