Gigante da computação encerra contratação de pessoas para funções que IA pode assumir

O avanço da tecnologia não precisa necessariamente ser algo ruim, mas muitas pessoas temem que as vagas de emprego sejam reduzidas a partir do avanço dessas tecnologias.

Não é algo exatamente novo na história da humanidade. A Revolução Industrial, por exemplo, foi marcada justamente por isso: máquinas que operavam de forma automática e alteraram o dia a dia das fábricas, assumindo funções que antes eram ocupadas por humanos.

Nas últimas semanas, um assunto esteve em alta no mundo. Trata-se do avanço da inteligência artificial, como é o exemplo do famoso “chatGPT”, que possui acesso a conteúdos que vão desde conhecimentos gerais à noções legais e jurídicas de um país.

Não é de agora que modelos como o citado vem sendo discutidos no âmbito da ética. Afinal de contas, qual é o objetivo do projeto? Para que serve a inteligência artificial?

Com o tempo, algumas respostas começam a ser dadas, e nem sempre agradam. Por exemplo, nesta semana a gigante International Business Machines (IBM) anunciou que não vai mais contratar pessoas para funções que possam ser desempenhadas pela Inteligência Artificial.

O CEO da empresa, Arvind Krishna, adiantou que as funções mais afetadas devem ser no setor administrativo. Para se ter ideia, estamos falando de quase 8 mil vagas de emprego.

O IBM é uma das maiores empresas de computação do mundo, com décadas de atuação no mercado. Espalha-se o temor de que mais empresas sigam o exemplo e comecem novas rodadas de demissão pelo mundo a fora.

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