Capivara Filó não será devolvida a influenciador; entenda decisão da Justiça

Ao longo deste sábado (29/04), internautas de todo o país voltaram a se comover com a situação do influenciador Agenor Tupinambá. Conhecido por postar vídeos com sua rotina na roça, ele fez sucesso na web ao acolher uma capivara que batizou de “Filó”.

A história da capivara, segundo Agenor, é a seguinte: o animal nasceu de uma capivara abatida por indígenas. O animal abatido estava prenha, o que o grupo não sabia, ao nascer a capivara teria sido entregue à Agenor.

Nas redes sociais, Agenor postava fotos e vídeos com a capivara e fazia sucesso. A conduta, no entanto, era irregular. Agenor não regularizou a situação do animal junto ao Ibama e acabou sendo denunciado.

Além de ser obrigado a entregar o animal, Agenor também foi multado pela exposição do animal e maus-tratos. A instituição chega a citar imagens onde a capivara tomava banho com produtos industrializados.

Neste fim de semana, a situação ficou ainda mais dramática. Após entregar o animal ao Ibama, Agenor revelou que não tinha recebido autorização para visitar o animal, o que gerou uma nova onda de manifestações.

Na tarde deste sábado, chegou a ser noticiado que Agenor havia conseguido, na Justiça do Amazonas, o direito de levar Filó de volta para casa. A informação, no entanto, não procede.

O que a Justiça decidiu, na verdade, é que o influenciador tenha liberação para ver o animal sob cuidados do Ibama. A decisão também autoriza a avaliação técnica das instalações do Ibama onde o animal esta sendo mantido.

 

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